Vídeo sobre bullying da France 5 – Le Monde en face : Harcèlement à l’école

Dezembro 24, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Casos de ‘bullying’ no Japão quase triplicaram no ano letivo anterior

Dezembro 17, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da SIC Notícias de 11 de Dezembro de 2013.

Notícia com mais dados:

Reported bullying cases in Japanese schools nearly triples in fiscal 2012

Tóquio, 11 dez (Lusa) – O número de casos de ‘bullying’ escolar denunciados no ano escolar 2012/2013 atingiram um recorde de 198.108, quase o triplo dos 70.000 casos do ano anterior, revelou hoje o Ministério japonês da Educação.

A revelação do Ministério, feita através da televisão NHK, salienta também que o número registado no ano letivo passado é o mais alto desde que as autoridades começaram a compilar dados de casos de ‘bullying’ em 1985.

O Governo japonês atribui o aumento dos números ao esforço realizado pelas escolas para detetarem e denunciarem os casos de ‘bullying’ escolar.

Cyberbullying. Facebook combate fenómeno que só 7,9% dos estudantes admitem ter sofrido

Dezembro 12, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do i de 9 de Dezembro de 2013.

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Por Diogo Pombo

Investigadores dizem que só em último caso as vítimas optam por contar o problema a pais ou a professores

Seja por culpa de uma piada pouco simpática ou de uma fotografia em tom de gozo. Além de ser a rede social mais popular no mundo – mais de 1,2 mil milhões de utilizadores -, o Facebook também se pode transformar num pesadelo para qualquer adolescente e é um dos palcos preferidos do cyberbullying. Um estudo da própria rede social descobriu que apenas 20% dos adolescentes confrontaria o seu “bully” se tivesse de redigir a mensagem. Daí a recente decisão do Facebook: criar ferramentas automáticas para confrontar o agressor e os vários casos em que este problema se pode concretizar.

Inês estava apaixonada. O namoro durava há meses e tudo parecia correr bem. Quando as saudades eram muitas enviava fotografias suas a Pedro. Imagens onde se via pouca roupa e muita pele. As discussões apareceram e com elas vieram os problemas. Inês decidiu terminar o namoro e as fotografias que tinha enviado antes começaram a aparecer no Facebook – Pedro decidira vingar-se. Os nomes são fictícios mas a história serve de exemplo para o tipo de episódio que João Amado por várias vezes já assistiu na realidade. “São os casos mais graves e os que mais me chocam”, confessou ao i o investigador da Faculdade de Psicologia e Ciência da Educação, da Universidade de Coimbra.

Por cá, este tipo de episódios é o mais comum quando a conversa toca no cyberbullying: “Isto acaba por ser violência entre namorados”, classificou o docente, ao retratar uma “prática” em que “as raparigas enviam fotografias íntimas” numa “situação de confiança mútua”, e que depois acabam “por ser utilizadas como armas de vingança”. Em Portugal, porém, o fenómeno ainda é pouco estudado – e, pelos números, também ainda pouco expressivo. Entre 3525 adolescentes que frequentavam o 6.o, 8.o e 11.o anos, inquiridos em escolas de nove distritos do país, durante 2013, apenas 297 (7,9%) admitiu já ter sido alvo de cyberbullying.

Esta é uma das conclusões do “O Cyberbullying nas Escolas Portugueses: Um Desafio à Promoção da Literacia Mediática”, trabalho elaborado pela Universidade de Coimbra e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), a que o i teve acesso e que será divulgado em breve. A reduzida prevalência do fenómeno, suspeita João Amado, poderá dever-se à reacção “mais normal” das vítimas de cyberbullying: a de ficarem “calados” e “guardarem as coisas para si próprios”.

É esta atitude que o Facebook quer evitar com as suas novas ferramentas anti-bullying, que começou a implementar em Novembro. O objectivo passa por “ajudar os jovens a construir e manter relacionamentos”, pois isso “não acontece automaticamente”, defendeu Marc Brackett, do Centro de Inteligência Emocional da Universidade de Yale, nos EUA – uma das entidades que participou nos trabalhos para avaliar como a fricção nas relações afecta a vida online dos jovens.

Foi assim que o investigador justificou a criação de respostas automáticas no Facebook, na quinta-feira, durante a conferência do “4.o Compassion Research Day”, transmitida via streaming. A ideia foi construir uma lista de frases e abordagens, a serem escolhidas pelos jovens vítimas de cyberbullying, quando decidem entrar em contacto com os seus agressores. “O nosso objectivo é que os jovens respirem fundo e se lembrem de parar no momento em que vão reagir [ao cyberbullying]“, revelou, ao mesmo tempo que lhes confere “ferramentas para pensarem no impacto do que o que dizem pode ter na sua reputação online”. E, claro, para resolver casos de cyberbullying.

O Facebook descobriu que apenas 20% dos adolescentes confrontariam o seu agressor se tivessem de escrever o que lhe vão dizer. E 73% dos utilizadores que publicam conteúdo ofensivo respondem sempre que são contactados, afirmam os estudos conduzidos, no último ano, pela rede social norte-americana. “João, esta publicação é ofensiva e deixa-me muito desconfortável. Podes eliminá-la por favor?”, foi um dos exemplos de mensagem pré-formatada, apresentados por Mark Brackett, que será sugerida aos jovens no momento em que reportam um post e decidem confrontar o utilizador que o publicou. Para lá das respostas automáticas, o Facebook construiu também um portal com explicações e conselhos, dirigidos a pais e professores, a adoptar na hora de lidar com vítimas e agressores.

João Amado saudou a iniciativa, elogiando-a como “extremamente positiva”, embora ressalve que o mais frequente é os jovens “calarem-se e esconderem- -se”. Uma reacção inata ao próprio cyberbullying, explica o investigador, que “muitas vezes” tira proveito “da situação de anonimato” dos agressores e o subsequente silêncio das vítimas. Quando de facto falam (38,9% dos adolescentes simplesmente apagam ou excluem o contacto do bully), o mais provável é que as queixas acabem em ouvidos de amigos – aconteceu em 35,9% dos casos em Portugal, segundo os jovens inquiridos no estudo da Universidade de Coimbra. Só 27% dos participantes afirmaram ter contado as agressões aos seus pais.

 

França lança campanha contra “bullying” nas escolas e redes sociais

Dezembro 5, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do site rfi de 26 de Novembro de 2013.

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Adriana Moysés

O governo francês lança hoje uma campanha nacional contra o “bullying” de crianças e adolescentes nas escolas e na internet, um fenômeno que ultrapassou as quadras de recreação e já provocou o suicídio de vários menores nos últimos tempos. A campanha alerta contra as humilhações veiculadas nos celulares e nas redes sociais, principalmente no Facebook.

O ministério francês da Educação quer estimular professores e pais a agir contra o “bullying” (do inglês bully = “valentão”) e ao mesmo tempo incentivar os adolescentes a romper o silêncio. Os vídeos da campanha, feitos dentro de salas de aula, mostram crianças e adolescentes que passaram pelo problema. Eles dizem que preferiam ter sido protegidos e que a comunidades educativa, os pais e testemunhas podem e devem ajudar as vítimas.

Mais da metade das agressões observadas na França envolvem adolescentes de 12 a 14 anos, sendo que as meninas são as primeiras vítimas. As formas de assédio mais comuns são a publicação de fotos íntimas dos jovens sem o seu consentimento na internet, comentários ofensivos sobre a aparência física dos estudantes, xingamentos e outros insultos verbais, além de agressões físicas intencionais e repetitivas. Muitas vezes o “bullying” acontece sem motivação evidente, mas causa dor, angústia e até atitudes desesperadas como o suicídio dos jovens.

Os alunos que testemunham o “bullying” convivem com a violência e frequentemente se calam com medo de se tornar as “próximas vítimas” do agressor. Segundo especialistas,
as crianças ou adolescentes que sofrem “bullying” podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima.

Na França, os professores são acusados de passividade diante do fenômeno. Especialistas reconhecem que as fronteiras entre a escola e a vida familiar são porosas. Uma briga que começa na escola pode continuar até a madrugada na cama do adolescente, nas mensagens de celular e redes sociais. Os pais, que poderiam exercer um papel fundamental de proteção, muitas vezes desconhecem a situação.

Os dados sobre o número de alunos franceses vítimas de “bullying” varia, segundo a fonte. A ensaísta Catherine Blaya, autora de uma síntese internacional sobre as atitudes de risco e a violência dos adolescentes na internet, calcula que 6% dos estudantes franceses são vítimas de “bullying” no espaço virtual. A associação “E-Enfance” (e-infância), que propõe uma plataforma de escuta para as jovens vítimas e faz um trabalho de sensibilização nos colégios, afirma que há dois anos o “bullying” atingia 15% da população escolar do ensino médio e hoje pulou para 22%.

 

 

Estudo de 10 anos de duração comprova: videogames não provocam violência

Dezembro 4, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do Canaltech de 22 de Novembro de 2013.

canaltech

Desde o surgimento dos primeiros consoles de videogame, há mais de vinte anos, existe um debate sobre a influência dessas plataformas no comportamento dos jogadores. Diversos estudos surgiram nas últimas décadas para mostrar os benefícios e desvantagens que esses aparelhos podem exercer na vida dos usuários. Mas, afinal, eles causam ou não um efeito negativo sobre quem está jogando?

De acordo com uma pesquisa recente, a resposta é não. Para quem lê, este pode ser apenas mais um estudo sobre o assunto, mas prova que não existe nenhum tipo de associação entre jogar videogame e ter algum tipo de comportamento agressivo. As informações são do TechSpot.

Publicado na British Medical Journal, o estudo faz parte do “UK Millennium Cohort”, um relatório do Reino Unido com dez anos de duração que observou como as crianças são afetadas psicologicamente pelos produtos do mercado do entretenimento – mais precisamente aqueles em que o usuário fica de frente para uma tela, incluindo TVs e os próprios videogames. Desde 2003, mais de 11.000 crianças a partir dos cinco anos de idade foram submetidas a vários testes de exposição diária a diferentes formas de conteúdos, tanto na televisão quanto nos consoles.

Uma década depois, os pesquisadores constataram que assistir mais de três horas à TV por dia pode aumentar as chances de desenvolver problemas comportamentais em jovens com idades entre cinco e sete anos. Por outro lado, os videogames não exercem nenhum efeito negativo nas características pessoais da criança, como comportamento e atenção, nem ajuda a desenvolver doenças emocionais. A mesma conclusão vale para meninos e meninas.

Além das crianças, o estudo coletou dados dos pais e mães para saber das atitudes dos filhos em relação à TV e ao videogame – no caso, se as crianças apresentavam sintomas de desatenção, oscilação de humor ou dificuldade de interagir socialmente quando expostas à tela do televisor/console. Também não foi detectada nenhuma relação desses meios com ações violentas. “Melhorar a qualidade de vida da criança dentro de casa é um dos principais fatores que irá ajudar em seu desenvolvimento físico e mental”, concluem os pesquisadores.

Então, o que isso tudo significa? Nada que outras pesquisas não tenham comprovado. É claro que ficar na frente da TV jogando videogame o dia inteiro não é recomendável para a saúde de ninguém. Mas este é o primeiro estudo em muito tempo que analisou um período considerável da vida dos pacientes e não encontrou nada que associe os jogos de videogame (sejam eles violentos ou não) ao comportamento do jogador.

Ou seja, os resultados dessa pesquisa britânica parecem validar o que outros especialistas já diziam: os videogames têm um papel positivo na vida do usuário e não são prejudiciais. Pelo menos até agora.
 

3200 crianças em risco já são seguidas desde o pré-escolar

Dezembro 3, 2013 às 5:01 pm | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 24 de Novembro de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

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Sessão de esclarecimento sobre Bullying na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes em Portimão

Dezembro 3, 2013 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB 2/3 Prof. José Buisel , vai promover uma sessão de esclarecimento sobre o Bullying em ambiente escolar.

Esta actividade contará com a presença do psicólogo Luís Fernandes (co-autor do livro Plano Bullying: Como apagar o bullying da Escola).
A apresentação será na Escola Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, no dia 10 de dezembro, pelas 19h30.

A sessão destina-se a pais, encarregados de educação, professores, funcionários, bem como a todo o público de Portimão e arredores. A não perder!! A entrada é gratuita.

Milhões de crianças recorrem a linhas de apoio – Comunicado conjunto da UNICEF e da Child Helpline International

Novembro 21, 2013 às 3:00 pm | Na categoria Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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comunicado

Milhões de crianças recorrem a linhas de apoio

The Voices of Children and Young People – Relatório da Child Helpline International (CHI)

Novembro 21, 2013 às 2:30 pm | Na categoria Relatório | Deixe o seu comentário
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Descarregar o relatório aqui

NEW YORK, 20 November 2013 – Ten years of data from telephone records, emails, text messages and chats compiled by Child Helpline International (CHI) show that children and young people around the world contact helplines for support with violence and abuse, peer relationships, psycho-social and mental health, and family conflicts.

“The Voices of Children and Young People”, a report released today to mark the 10th anniversary of CHI, a network of 173 child helpline members operating in 141 countries, provides data and analysis drawn from a series of regional studies.

“Child Helplines have been helping children learn how to take control of their own lives and resolve their problems as best they can,” said Nenita La Rose, Executive Director of CHI, “but few of us understand the scale of the challenges children face. What we are presenting today is a sort of social barometer – an eye-opening glimpse into what is really going on in the lives of children and young people.”

The report outlines both the traditional problems children and young people have always faced, and the new challenges in their lives arising from changing social environments.

“Violence robs children of their wellbeing and their hopes for the future. Helplines for children are a critical connection that enable children to be heard and be helped,” said Martin Mogwanja, Deputy Executive Director of UNICEF, which supports helplines in many countries. “That help is literally just one call, one SMS or one email away – responding to the real violence, real threats and real fears of children, in real time.”

Over 4 million children and young people reported to CHI some form of violence, physical, emotional or sexual abuse, and violence in the last decade.  Violence and abuse remains a constant, serious issue in all regions.

“Children exposed to violence often do not know where to go or whom to call to report abuse and seek help and assistance to overcome the trauma they have suffered. For this reason, a priority of my mandate is to promote safe, child-sensitive and accessible mechanisms to support child victims,” said Marta Santos Pais, Special Representative of the Secretary-General on Violence against Children. “This valuable new report is testimony to the trust children place in helplines and provides a sound reference to support countries in their efforts to build a world where violence against children has no place.

Child helplines received 1 million contacts for help to deal with problems at school. Along with general concerns such as academic problems and performance anxiety, children and adolescents experience violence and abuse committed by their teachers and peers. Bullying is a significant problem globally, the report notes.

Europe (46%) led in the number of contacts to helplines, followed by Asia-Pacific (31%), Africa (14%), Americas and Caribbean (7%), and the Middle East and North Africa (2%). The majority of children who contacted child helplines were between 10 and 18. Most contacts were made over the telephone. However children are increasingly using other means of communications, such as online chat, email and text messaging.

 

Especialização em avaliação e intervenção em situações de violência (B-Learning)

Novembro 11, 2013 às 4:01 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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b

Porto:23 de Novembro de 2013
Lisboa:16 de Novembro de 2013

Atualmente a violência é um fenómeno que afecta cada vez mais a sociedade em que vivemos. Vários são os factores que levam as pessoas a tornar-se violentas no seu dia a dia e na sua vida.

É essencial que se aposte na formação de técnicos especializados que dêem resposta aos diversos tipos de violência, intervindo ou prevenindo de forma eficaz para que o problema diminua. Através de uma metodologia prática, com uma abordagem multidisciplinar, esta especialização em regime b-learning, pretende promover a oportunidade de partilha, exposição de dúvidas e participação ativa, bem como desenvolver nos formandos competências a nível de avaliação e intervenção.

Curso desenvolvido em parceria com a APAV

Mais informações Aqui

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