Irão: Professor acaba com bullying contra aluno ao rapar o cabelo

Janeiro 29, 2014 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da TSF de 29 de janeiro de 2014.

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Um professor no Irão soube que um seu aluno estava a ser vítima de bullying, depois de ter ficado careca por causa de uma doença. Rapou o cabelo em solidariedade. E toda a turma fez o mesmo.

O Guardian, que conta a história do professor Ali Mohammadian, diz que o movimento de solidariedade que se gerou foi suficiente para acabar com a perseguição a esse aluno.

A notícia espalhou-se pelos meios de comunicação locais e o professor, que ensina numa escola do Curdistão iraniano, transformou-se num «herói nacional».

O jornal conta que Mohammadian recebeu as felicitações do presidente Hassan Rouhani e que o Governo ofereceu dinheiro para tratar a doença do aluno que estava a ser vítima de bullying.

«Estou muito feliz que isto tenha tocado tantos corações e as pessoas tenham reagido tão positivamente», disse ao jornalista do Guardian.«Todos na escola querem rapar o cabelo».

 

Bullying sem estratégia

Janeiro 28, 2014 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Sol de 17 de Janeiro de 2014.

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Bullying e suicídio: algumas considerações

Janeiro 20, 2014 às 12:01 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo de opinião de Luís F. Fernandes e Sónia Seixas publicado no Público de 18 de Janeiro de 2014.

Luís F. Fernandes e Sónia Seixas

O bullying não pode, nem deve, ser visto como um fator que, isoladamente, contribui para um nível de ansiedade, medo e sofrimento tão intenso, que possa ser considerado uma causa direta do suicídio. De igual modo, não pode, nem deve, ser menosprezado como um dos fatores com impacto significativo nos níveis de bem-estar das nossas crianças e jovens.

É precisamente a intensidade, frequência e severidade dos ataques de bullying que, de forma progressiva, enfraquece a capacidade de resistência de muitas crianças e jovens; que, de forma corrosiva, destroem a sua autoimagem e autoestima; e que, em última análise, espezinham e aniquilam qualquer tentativa de escapar, ultrapassar ou alterar este ciclo vicioso de encontros recorrentes entre agressor e vítima. Ciclo esse que, nalguns casos, se tende a perpetuar e a agravar, de semana para semana, de mês para mês, de ano para ano….

Todas estas vivências de sofrimento, assumem particular importância e intensidade em períodos como a pré-adolescência e adolescência. Períodos em que a vivência, a integração e a aceitação no grupo de pares é fundamental para o desenvolvimento dos jovens e crucial para o seu bem-estar.

Sentimentos de incapacidade e impotência, exacerbados pela vivência sistemática de episódios de vitimização, podem, isso sim, reduzir a capacidade de processar ou reagir a outros incidentes ou condicionantes de vida negativos. Por vezes, a “gota de água” que faz transbordar o copo, pode parecer demasiado insignificante…

De modo mais simplista e, contrariamente ao que muitos pensam, o bullying:

- é “democrático”, uma vez que atravessa todas as classes sociais e existe em todas as escolas;

- é “inclusivo”, uma vez que nenhuma criança ou jovem fica à partida excluído, todos podem ser potencialmente vítimas, agressores ou, pelo menos, observadores;

- é para muitos agressores, um “trabalho” semanal ou até muitas vezes diário, sentindo as vítimas que deixaram de ter um real controlo sobre as suas vidas;

- e, desde o recente fácil acesso às tecnologias digitais, começou a fazer “horas extraordinárias” através do cyberbullying.

Com as agressões e perseguições através da Internet e dos telemóveis, as agressões verbais, físicas e psicológicas, que anteriormente eram exercidas num “horário das 9h às 17h”, passa a ter lugar 24h/dia, acompanhando os alunos para fora dos muros da escola.

É nossa obrigação enquanto professores, técnicos, responsáveis das escolas, funcionários, famílias, alunos ou simplesmente enquanto cidadãos, contribuir de forma proactiva para este combate, denunciando e dando voz a todos aqueles que, tantas e tantas vezes, não conseguem pedir ajuda, que passam os seus dias a “gritar para dentro”, como nos disse há uns tempos atrás uma criança que havia sido, durante alguns anos, vítima de bullying.

Perguntarmo-nos se o bullying pode conduzir ao suicídio é uma questão simplista que, sendo respondida com um simples “sim” ou um simples “não”, terá também uma resposta redutora. Que o bullying é um dos fatores que se tem confirmado (em diversos estudos científicos) estar de algum modo relacionado com o suicídio, isso é verdade. Mas também nessa verdade se devem incluir e considerar todos os restantes fatores que contribuem para exacerbar os sentimentos de solidão, sofrimento e incapacidade destas crianças e jovens.

Prevenir e combater o bullying é uma missão de todos, desde a escola, a família e a comunidade, acreditando que é sempre possível fazermos a diferença na vida de tantas crianças e jovens, nunca esquecendo um extraordinário provérbio africano, “Pessoas simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importantes, conseguem mudanças extraordinárias”.

Professores e autores do livro Plano Bullying. O texto foi escrito segundo o Acordo Ortográfico

 

O Bullying e as novas formas de violência entre os jovens – indisciplina e delitos em ambiente escolar – ebook

Janeiro 15, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Livros | Deixe o seu comentário
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bullying

descarregar o documento aqui

O curso “ O Bullying e as novas formas de violência entre os jovens – indisciplina e delitos em ambiente escolar” visa refletir e debater sobre o fenómeno da violência em meio escolar no contexto das intervenções de promoção e proteção de crianças e jovens em perigo e tutelar educativa.

Estudante de escola de Braga que morreu tinha outros problemas além do alegado bullying

Janeiro 15, 2014 às 12:29 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 14 de Janeiro de 2014.

NFactos Fernando Veludo

NFactos Fernando Veludo

Samuel Silva e Pedro Sales Dias

Jovem tinha problemas familiares e esteve sinalizado pela protecção de menores. GNR afasta ligação entre morte e violência escolar. Inspecção-Geral de Educação vai, no entanto, investigar o caso.

A Inspecção-Geral de Educação vai investigar a ligação entre a morte de um adolescente de Braga e as suspeitas de que terá sido vítima de bullying. Mas mesmo que tenha sido alvo de violência escolar, esse não era o único dos problemas por que este passava. O estudante de 15 anos tinha problemas familiares e chegou a estar sinalizado pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ). Essas dificuldades também são apontadas pela GNR, às quais se juntaram as turbulências de uma relação com uma amiga.

O adolescente foi sinalizado pela CPCJ de Braga em Março de 2012 e esteve a ser acompanhado pelos técnicos da instituição nos meses seguintes. O processo “nunca teve nada a ver com bullying”, afirma ao PÚBLICO a presidente daquele órgão, Amélia Pereira. Os problemas em causa estavam relacionados com as dificuldades financeiras vividas pela família e as condições difíceis em que o rapaz vivia. O caso acabou por ser arquivado em Setembro desse ano, numa altura em que se “verificaram várias melhorias e a situação de perigo já não se colocava”, refere a mesma responsável.

Desde então, “houve um esforço da parte da família, que acabou por se reorganizar”, prossegue a presidente da CPCJ de Braga. O caso deste jovem não voltou a ser sinalizado pela escola ou por qualquer outra entidade. No entanto, depois da sua morte no fim-de-semana, aquele organismo já iniciou o processo de avaliação da situação dos irmãos do adolescente.

Depois de arquivado o processo na CPCJ, o estudante de 15 anos continuou a ser acompanhado por uma psicóloga na EB 2,3 de Palmeira, onde frequentava o 9.º ano. Aos problemas familiares, juntava o mau comportamento na escola e as dificuldades de aprendizagem. Mesmo acompanhado, “nunca terá conseguido ultrapassar” o peso das dificuldades em que vivia. É nesse sentido que apontam as diligências feitas pela GNR nos últimos dias.

O jovem “vivia numa família muito pobre”, explica o comandante do destacamento da GNR de Braga, Adelino Silva. Apesar de viver próximo dos pais, vivia na casa de um tio, “num quarto muito pequeno e em condições precárias”. Na noite de sábado, a GNR foi chamada a Adaúfe, uma freguesia rural no extremo Norte do concelho de Braga onde o adolescente vivia, tendo encontrado o corpo já sem vida, num terreno próximo das casas da família. No local, “não havia indícios de crime”, pelo que o caso não está a ser investigado por nenhuma força policial. Os dados apurados foram remetidos ao Ministério Público de Braga, que não terá nenhum inquérito aberto para este caso, como confirmou fonte judicial.

Para além das dificuldades familiares, a GNR fala num “pico emocional” associado a uma relação amorosa com uma amiga. Foi a ela que o jovem escreveu a última carta, contando as dificuldades por que passava, entre desabafos sobre a turbulência da relação entre ambos. As cartas – uma outra era dirigida à família – “não referem qualquer situação de bullying”, afirma o comandante da GNR, Adelino Silva.

À porta da escola de Palmeira, reúne-se um grupo de colegas de turma do estudante. Estão quase todas vestidas de preto, com uma fita branca sobre o braço direito em sinal de luto. Descrevem um rapaz “alegre”, “sempre com um sorriso na cara” e que “entrava brincadeiras”. “Não era um dos meus melhores amigos, mas falava para ele”, diz uma das alunas do 9.º ano da EB 2,3. Receberam, por isso, a notícia da morte com “choque”.

As estudantes também não confirmam a existência de nenhum caso recente em que colega tenha sido vítima. No entanto, falam de uma relação difícil entre o adolescente e outros colegas da turma, que o tornavam um alvo fácil. “Ele nunca se protegia dos outros e acabavam por se meter com ele”, diz uma aluna. O director do agrupamento Sá de Miranda, ao qual pertence a escola EB 2,3 de Palmeira, não quis prestar declarações ao PÚBLICO, mas à TSF garantiu não ter tido conhecimento de qualquer situação de violência vivida pelo adolescente na escola. No entanto, está a ser investigado um incidente verificado a semana passada dentro da escola e que envolveu este rapaz.

Na sequência da mediatização da morte deste adolescente bracarense, o ministro Nuno Crato anunciou a abertura de um inquérito da Inspeção-Geral de Educação e Ciência ao caso, investigando as denúncias de “bullying” de que o estudante seria alvo. O governante classificou o fenómeno da violência escolar como “intolerável”. “Temos de o atacar desde o princípio. É uma falta de respeito pelos colegas, pela comunidade escolar e, como tal não o podemos tolerar”, afirmou.

 

 

Bullying: escola abre investigação a «incidente» que envolveu rapaz que se suicidou

Janeiro 14, 2014 às 3:51 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da TSF de 14 de Janeiro de 2014.

ouvir a reportagem da TSF aqui

Ouvido pela TSF, o diretor do agrupamento escolar não revela que tipo de incidente está a ser investigado e limita-se a falar numa «brincadeira» dentro da escola. O ministro da Educação também já anunciou a abertura de um inquérito.

O diretor do agrupamento de escolas de Palmeira, em Braga, revela que foi aberta uma investigação a um incidente que envolveu o adolescente que se suicidou na passada semana, alegadamente por ser vítima de bullying.

Ouvido pela TSF, Fausto Farinha lamentou o incidente e apresentou as condolências à família e fez questão de lembrar

Fausto Farinha garante, no entanto, que não teve conhecimento de qualquer situação fora do normal vivida pelo adolescente na escola mas revela que está a ser investigado um incidente verificado a semana passada dentro da escola e que envolveu este rapaz.

O diretor do agrupamento escolar não revela que tipo de incidente está a ser investigado e limita-se a falar numa «brincadeira» dentro da escola.

Segundo o jornal Correio da Manhã, que noticia o caso, o jovem de 15 anos queixava-se com frequência aos vizinhos da forma como era tratado na escola, admitindo mesmo que um dia acabaria por desistir.

O ministro da Educação já comentou este caso e anunciou que a Inspeção Geral da Educação abriu um inquérito.

«Temos de ser inflexiveis com o bullying e com todos estes problemas que começam de muito pouco e que depois se transforma neste tipo de tragédias», disse Nuno Crato, apresentando as condolências à familia.

II Congresso da APPDAE Dificuldades de Aprendizagem Específicas: A diferença na escola, na família e na saúde

Janeiro 14, 2014 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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mais informações aqui

Sessão Temática: “Diferentes formas de bullying: Como lidar com elas?

Janeiro 11, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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bullying

Psicoset – Gabinete de Psicologia, através da Escola Para Pais, vem por este meio anunciar a sessão temática“Diferentes formas de bullying: Como lidar com elas?”, com a Dra. Ana Rita Brito (Psicóloga Clínica), que decorrerá no dia 18 de Janeiro (sábado), das 9h30 às 12h30, nas nossas instalações na Rua de Brancanes, nº44, em Setúbal.

mais informações aqui

Vídeo sobre bullying da France 5 – Le Monde en face : Harcèlement à l’école

Dezembro 24, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Casos de ‘bullying’ no Japão quase triplicaram no ano letivo anterior

Dezembro 17, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da SIC Notícias de 11 de Dezembro de 2013.

Notícia com mais dados:

Reported bullying cases in Japanese schools nearly triples in fiscal 2012

Tóquio, 11 dez (Lusa) – O número de casos de ‘bullying’ escolar denunciados no ano escolar 2012/2013 atingiram um recorde de 198.108, quase o triplo dos 70.000 casos do ano anterior, revelou hoje o Ministério japonês da Educação.

A revelação do Ministério, feita através da televisão NHK, salienta também que o número registado no ano letivo passado é o mais alto desde que as autoridades começaram a compilar dados de casos de ‘bullying’ em 1985.

O Governo japonês atribui o aumento dos números ao esforço realizado pelas escolas para detetarem e denunciarem os casos de ‘bullying’ escolar.

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