3200 crianças em risco já são seguidas desde o pré-escolar

Dezembro 3, 2013 às 5:01 pm | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 24 de Novembro de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

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Sessão de esclarecimento sobre Bullying na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes em Portimão

Dezembro 3, 2013 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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portimao

A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB 2/3 Prof. José Buisel , vai promover uma sessão de esclarecimento sobre o Bullying em ambiente escolar.

Esta actividade contará com a presença do psicólogo Luís Fernandes (co-autor do livro Plano Bullying: Como apagar o bullying da Escola).
A apresentação será na Escola Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, no dia 10 de dezembro, pelas 19h30.

A sessão destina-se a pais, encarregados de educação, professores, funcionários, bem como a todo o público de Portimão e arredores. A não perder!! A entrada é gratuita.

Milhões de crianças recorrem a linhas de apoio – Comunicado conjunto da UNICEF e da Child Helpline International

Novembro 21, 2013 às 3:00 pm | Na categoria Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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comunicado

Milhões de crianças recorrem a linhas de apoio

The Voices of Children and Young People – Relatório da Child Helpline International (CHI)

Novembro 21, 2013 às 2:30 pm | Na categoria Relatório | Deixe o seu comentário
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voices

Descarregar o relatório aqui

NEW YORK, 20 November 2013 – Ten years of data from telephone records, emails, text messages and chats compiled by Child Helpline International (CHI) show that children and young people around the world contact helplines for support with violence and abuse, peer relationships, psycho-social and mental health, and family conflicts.

“The Voices of Children and Young People”, a report released today to mark the 10th anniversary of CHI, a network of 173 child helpline members operating in 141 countries, provides data and analysis drawn from a series of regional studies.

“Child Helplines have been helping children learn how to take control of their own lives and resolve their problems as best they can,” said Nenita La Rose, Executive Director of CHI, “but few of us understand the scale of the challenges children face. What we are presenting today is a sort of social barometer – an eye-opening glimpse into what is really going on in the lives of children and young people.”

The report outlines both the traditional problems children and young people have always faced, and the new challenges in their lives arising from changing social environments.

“Violence robs children of their wellbeing and their hopes for the future. Helplines for children are a critical connection that enable children to be heard and be helped,” said Martin Mogwanja, Deputy Executive Director of UNICEF, which supports helplines in many countries. “That help is literally just one call, one SMS or one email away – responding to the real violence, real threats and real fears of children, in real time.”

Over 4 million children and young people reported to CHI some form of violence, physical, emotional or sexual abuse, and violence in the last decade.  Violence and abuse remains a constant, serious issue in all regions.

“Children exposed to violence often do not know where to go or whom to call to report abuse and seek help and assistance to overcome the trauma they have suffered. For this reason, a priority of my mandate is to promote safe, child-sensitive and accessible mechanisms to support child victims,” said Marta Santos Pais, Special Representative of the Secretary-General on Violence against Children. “This valuable new report is testimony to the trust children place in helplines and provides a sound reference to support countries in their efforts to build a world where violence against children has no place.

Child helplines received 1 million contacts for help to deal with problems at school. Along with general concerns such as academic problems and performance anxiety, children and adolescents experience violence and abuse committed by their teachers and peers. Bullying is a significant problem globally, the report notes.

Europe (46%) led in the number of contacts to helplines, followed by Asia-Pacific (31%), Africa (14%), Americas and Caribbean (7%), and the Middle East and North Africa (2%). The majority of children who contacted child helplines were between 10 and 18. Most contacts were made over the telephone. However children are increasingly using other means of communications, such as online chat, email and text messaging.

 

Especialização em avaliação e intervenção em situações de violência (B-Learning)

Novembro 11, 2013 às 4:01 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Porto:23 de Novembro de 2013
Lisboa:16 de Novembro de 2013

Atualmente a violência é um fenómeno que afecta cada vez mais a sociedade em que vivemos. Vários são os factores que levam as pessoas a tornar-se violentas no seu dia a dia e na sua vida.

É essencial que se aposte na formação de técnicos especializados que dêem resposta aos diversos tipos de violência, intervindo ou prevenindo de forma eficaz para que o problema diminua. Através de uma metodologia prática, com uma abordagem multidisciplinar, esta especialização em regime b-learning, pretende promover a oportunidade de partilha, exposição de dúvidas e participação ativa, bem como desenvolver nos formandos competências a nível de avaliação e intervenção.

Curso desenvolvido em parceria com a APAV

Mais informações Aqui

Dor de cabeça pode ser sinal de «bullying»

Novembro 7, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site crescer.sapo.pt de 22 de Outubro de 2013.

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O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Bullied Children and Psychosomatic Problems: A Meta-analysis

Estudo aponta que as crianças vítimas de agressão verbal, moral ou física têm o dobro do risco de manifestar o sintoma.

Todos os pediatras dizem que é importante prestar atenção ao comportamento das crianças em casa. Isto porque são nas conversas do dia-a-dia que a criança pode dar sinais de que está a passar por algum problema. Se estiver irritada, agitada ou agressiva, a querer ficar sempre sozinha, os pais devem ficar atentos. Sintomas como medo ou pânico de ir para a escola e até enurese (xixi na cama) podem significar que a criança está a ser vítima de bullying.

Uma nova investigação da Universidade de Pádua, em Itália, reforça que os sinais físicos estão associados ao problema. Os mais comuns, segundo os cientistas, são dores de cabeça e de estômago, dificuldades de respiração, enjoo e tonturas. De acordo com o estudo, as crianças vítimas de bullying têm o dobro do risco de manifestarem estes sintomas. Para chegar a esta conclusão, avaliaram trinta outros estudos e observaram as informações de 220 mil crianças, de 14 países diferentes.

É óbvio que uma dor de cabeça não significa necessariamente que a criança esteja a ser vítima de bullying. Os pais devem encarar os sintomas como alertas e passar a ficar mais atentos caso sejam recorrentes. Também devem procurar sinais físicos, como hematomas, feridas, dores ou marcas pelo corpo. Mais uma vez: uma ferida não é motivo para desespero. Pode ser resultado de uma disputa por brinquedos ou de uma queda no parque.

O importante é que, diante dos sintomas acima descritos, os pais conversem abertamente com a criança. Perguntem-lhe se está tudo bem na escola e como se relaciona com os amigos. Pode ser que ela tente omitir o bullying; então, prestem atenção se o comportamento atípico se repete.

Caso descubram que a criança está a ser agredida na escola, conversem com os educadores e professores e pecam-lhes que façam um trabalho de consciencialização com os alunos. Cabe à equipa pedagógica acompanhar de perto o que está a acontecer com a criança no ambiente escolar. E, principalmente, mostrem ao vosso filho o quanto ele é amado: melhorar a autoestima da vítima é essencial.

Maria João Pratt

 

Sinais de alerta nas crianças problemáticas

Outubro 24, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Sol de 21 de Outubro de 2013.

sol

por Margarida Davim

Psicólogos e psiquiatras ouvidos pelo SOL explicam como pais e educadores podem perceber que os filhos precisam de ajuda e dão estratégias para lidar com os problemas.

Os certinhos

Adolescentes que não quebram as regras não estão bem. Ser introvertido, ter poucos amigos e passar horas fechado em casa no computador ou com consolas pode ser um sinal de alarme. Mesmo que as notas sejam boas, pode haver problemas. Os especialistas aconselham a tentar perceber por que é que o filho não sai e a estimular outros interesses.

Os que contam tudo

“Quando uma mãe me diz que a filha não tem segredos, há um problema”, adverte José Morgado. “Na adolescência, dá-se a construção da identidade e isso implica uma reserva de privacidade. Por isso, ou o adolescente omite coisas ou é um problema partilhar tudo”. Pelo mesmo motivo, o especialista não aconselha os pais a exigirem as passwords de computadores e redes sociais. “Eles vão sempre arranjar maneira de esconder as coisas”.

As vítimas

Um jovem que fica sistematicamente doente no domingo à noite, que tem dores de cabeça e de barriga, que chora sem motivo aparente e perde o apetite pode ser vítima de bullying. “Raramente, os adolescentes contam as agressões de que são vítimas. É preciso estar atento a todos estes sinais”, diz Susana Carvalhosa, especialista em bullying.

Os que se afastam dos pais

O conselho mais repetido por psicólogos e especialistas é estar atento e manter o diálogo sem o forçar. “É bom criar situações de convívio familiar entre gerações. A princípio podem reagir mal, mas vão acabar por gostar”, sugere Álvaro de Carvalho, que explica que isso deve acontecer ainda antes de chegar a adolescência. Impor limites às saídas nocturnas e ao valor das mesadas também é importante.

margarida.davim@sol.pt

 

Adolescentes que fizeram cyber-bullying acusadas de crime de perseguição

Outubro 24, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 17 de Outubro de 2013.

Nelson Garrido

Ana Gomes Ferreira

Se o julgamento das menores, de 12 e 14 anos, acontecer, poderá marcar uma mudança na atitude do aparelho judicial

A polícia da Florida, nos Estados Unidos, prendeu na terça-feira duas adolescentes ao abrigo da lei sobre cyber-bullying. Foram formalmente acusadas de crime agravado de perseguição, cometido contra Rebecca Sedwick, que tinha 12 anos e se suicidou a 9 de Setembro.

Numa conferência de imprensa, o xerife de Polk County, Grady Judd, explicou que decidiu agir porque, na sexta-feira, uma das adolescentes, Guadalupe, de 14 anos, admitiu na sua página no Facebook que tinha perseguido Rebecca e que não lamentava a sua morte. Judd contou que, ao ser presa, a rapariga se manteve muito tranquila, não mostrando “qualquer emoção”. “Ela provocou o que lhe está a acontecer”, disse Judd. “Decidimos que não podíamos deixá-la à solta. Quem sabe quem mais iria atormentar, quem mais iria perseguir”.

A outra adolescente, Katelyn, tem 12 anos e ficou em prisão preventiva domiciliária. Ainda não foi marcada a data de um julgamento, mas esse será o passo seguinte, uma vez que foi formalizada uma acusação. O julgamento pode marcar uma viragem na atitude do aparelho judicial perante este tipo de crime, uma vez que a lei ainda tem ambiguidades e aconselha que sejam as escolas a resolver, juntamente com os pais, este género de acosso. A lei não prevê a acusação de homicídio.

Nos EUA, onde entre 2010 e 2013 pelo menos doze pessoas se suicidaram devido ao cyber-bullying, já vários adolescentes foram formalmente acusados de terem provocado o suicídio de outros menores. Mas poucos julgamentos foram em frente e alguns, em que houve condenações, seriam depois anulados no recurso. No ano passado, três menores do estado do Indiana foram acusadas de crime de perseguição, que provocou o suicídio de uma adolescente, mas os advogados de defesa conseguiram anular o julgamento com o argumento da liberdade de expressão – fizeram ameaças através das redes sociais ou escreveram livremente o que lhes ia no pensamento?, questionou a defesa.

As adolescentes da Florida estavam a ser vigiadas desde a morte de Rebecca Sedwick. O xerife Grady Judd explicou na terça-feira que Rebecca viveu durante um ano um “sofrimento atroz”, provocado pelas mensagens que as duas acusadas lhe enviavam nas redes sociais. “Vários estudantes confirmaram que ambas fizeram bullying contra Rebecca em várias ocasiões, chamando-lhe nomes, intimidando-a, fazendo-lhe ameaças e, pelo menos uma vez, agredindo-a fisicamente”.

A perseguição com o objectivo de provocar sofrimento (a definição de bullying) começou quando Guadalupe começou a sair com um antigo namorado de Rebecca. “Ela não gostou [da antiga relação do namorado] e começou a atormentar Rebecca”, disse Judd, acrescentando que a outra acusada, Katelyn, chegou a ser a melhor amiga da vítima. O xerife explicou que depois de terem entrevistado outros alunos do liceu Crystal Lake, em Lakeland, os investigadores perceberam que houve uma manobra para que as raparigas, em bloco, deixassem de falar com a vítima, o que muitas fizeram receando ser elas alvo de bullying de Guadalupe e Katlyn. O resultado foi que 15 alunas se juntaram em grupo para atormentarem Rebecca, só porque ela tinha namorado o rapaz. A vítima mudou de escola, mas a perseguição continuou.

No dia 9 de Setembro, Rebecca Sedwick mudou o seu nome nas redes sociais para “Rapariga morta” e atirou-se de cima de um silo de uma fábrica abandonada, a meio caminho entre a sua casa e a escola.

Ataque inesperado

Outubro 18, 2013 às 2:53 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Sol de 18 de Outubro de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

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Manual Interactivo para Professores sobre Bullying

Outubro 8, 2013 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Descarregar o documento Aqui

USE OF THE INTERACTIVE TRAINING TOOL

This Interactive Training Tool is part of the program European Anti-Bullying Campaign against Bullying. The purpose of the specific tool is the substantial understanding from behalf of students of the Bullying phenomenon through their direct participation. The Interactive Training Tool consists of 2 videos, one of which is presenting an incident of physical, psychological and verbal violence, while the other one deals with an incident of cyber bullying. In both videos we have the possibility to attend the story from the viewpoint of all three protagonists: the child who bullies the bullied child and the observer. The user of the tool has the possibility to choose each time the viewpoint from which he/she wishes to attend the story, while at the same time there is the possibility to choose the development of the story depending on the “protagonists’ reactions”1 which are provided.

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